Preços do milho sobem pela quarta semana consecutiva
O impulso vem sobretudo da retração de vendedores tanto dos negócios no spot como para entrega futura
Read MoreO impulso vem sobretudo da retração de vendedores tanto dos negócios no spot como para entrega futura
Read MoreAtentos às recentes valorizações externa e interna e preocupados com o clima nas principais regiões produtoras da safra de verão do Brasil, vendedores vêm limitando o volume ofertado
Read MoreSuporte veio da retração de parte dos vendedores, que, por sua vez, estão atentos às valorizações nos portos e aos possíveis repasses ao mercado interno
Read MoreNa quinta-feira, 22, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), fechou a R$ 60,12/saca de 60 kg, patamar que não era verificado desde o dia 9 de abril deste ano
Read MoreSegundo pesquisadores do Cepea, a pressão vem da demanda interna enfraquecida, que mantém os negócios lentos
Read MoreQuedas estiveram atreladas à retração de consumidores, atentos aos fundamentos internos e externos, principalmente de oferta elevada
Read MoreDo lado comprador, pesquisas do Cepea indicam que consumidores domésticos com necessidade de reposição do milho acabam se deparando com valores de venda mais elevados
Read MoreApesar de a colheita seguir em ritmo acelerado em relação ao ano anterior, produtores voltaram a se retrair, na expectativa de valorizações ainda mais significativas e de que novas altas sejam repassadas ao mercado interno
Read MorePressão sobre as cotações ocorre principalmente nos estados da Região Centro-Oeste, segundo o Cepea
Read MoreA pressão vem do aumento da oferta do cereal no spot, com o bom andamento da colheita de segunda safra, e das desvalorizações externas
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