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Psicologia no mundo das startups

 

Ricardo Wegrzynovski*

Transparência, reconhecimento e monitoramento do progresso. São itens básicos para a prosperidade de uma startup. E a psicologia está intrinsicamente ligada a isso. Ligação umbilical. A sobrevivência de uma empresa passa por “gente”, e aí entra o estudo da mente.

As relações entre todos os participantes de um negócio devem ser transparentes. Isso é um dos fatores para implementar uma cultura empresarial. A psicologia empresarial atua nisso, faz o elo da gestão humana que gerará o crescimento.

Mark Roberge, palestrante sênior na Harvard Business School, e David Niu, CEO da TINYpulse. em recente artigo defenderam o modelo. “Invariavelmente, entre o terceiro e o quarto ano cerca de 70% das startups passam por uma fase difícil ao serem atingidas por essa utopia na cultura organizacional, independentemente da felicidade que a equipe sentia antes. Chamamos essa etapa de ‘abismo cultural’.”

As expectativas de quem trabalha com inovação, palavra chave para startup, devem ser superadas constantemente. A cenoura da motivação deve estar sempre atrativa. O sucesso financeiro é consequência.

A experiência é do psicólogo e consultor Pompeo Scola. Essa cultura fará parte das fornadas de startups que estão sendo escolhidas para trabalhar com o agronegócio. A Cyklo Aceleradora Agritech, por exemplo, segundo Pompeo, terá todo o cuidado com o gargalo. “Vamos inverter esses números, o agronegócio brasileiro permite que as startups tenham muito mais sucesso, inclusive, e principalmente, como referências mundiais”.

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*Jornalista

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