Com aumento de 8% ao ano no consumo, setor de castanha quer produzir e exportar mais

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O setor de castanhas nativas (castanha-do-pará, de caju e baru) e cultivadas (pecan e macadâmia) quer apoio do governo para produzir e exportador mais. Atualmente, o consumo interno do produto cresce entre 6% e 8% ao ano. Além disso, há expectativa de que as vendas externas saltem dos atuais US$ 200 milhões para US$ 1 bilhão em 10 anos, segundo o vice-presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e diretor da Divisão de Nozes e Castanhas do Departamento do Agronegócio da Fiesp, José Eduardo Mendes de Camargo.

Acompanhado de representantes do setor produtivo, Camargo teve audiência com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, nesta quarta-feira (16). No encontro, pediu ao governo que incentive a expansão da atividade, com o acesso a linhas de crédito e revisão de regras tributárias. Isso, acrescentou, tem favorecido a evasão do produto pela Bolívia.

De acordo com o ministro, é possível atender o setor também com linhas de crédito para cultivo do Plano Agrícola e Pecuário. O diretor da Fiesp observou que as castanhas representam alternativa rentável do agronegócio, em função de serem consideradas, principalmente, como alimento funcional, com grande consumo no mercado doméstico.

*Foto: Agência Brasil

 

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