Agricultura terá estrutura ampliada; nome do ministério também mudará

 

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Tereza Cristina vai comandar o superministério do setor agropecuário – FPA/Divulgação

Um ministério mais amplo, com novas secretarias, departamento, programas e atribuições. Este é o desenho institucional esboçado para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a partir de 1º de janeiro, quando toma posse o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Além das alterações em sua estrutura, o órgão deve ganhar novo nome, como o AGROemDIA informou dias atrás, passando a se chamar Ministério do Alimento e Desenvolvimento Rural.    

A troca de nome foi sugerida pela futura ministra, deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), no início do governo de transição. A proposta visa a reforçar o papel do ministério na formulação de políticas públicas voltadas à produção de alimentos, à sanidade vegetal e animal, à segurança alimentar, à sustentabilidade ambiental e ao desenvolvimento da agropecuária.

A mudança do nome busca, também, uma melhor comunicação com população rural e urbana, dando ênfase à principal missão do setor agropecuário: a de levar comida à mesa dos consumidores brasileiros e do mercado externo. No governo de transição há, entretanto, quem defenda que o nome seja apenas simplificado, ficando Ministério da Agricultura.

Independentemente da troca ou não do nome, o ministério abrigará, a partir de reforma administrativa que será feita por Bolsonaro, oito secretarias: Secretaria Executiva; Secretaria de Defesa Agropecuária; Secretaria Política Agrícola; Secretaria de Comércio e Relações Internacionais; Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo; Secretaria de Aquicultura e Pesca; Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Rural e Secretaria Especial de Assuntos Fundiários.

A maioria dos novos secretários já foi escolhida: Marcos Montes (secretário-executivo); José Guilherme Leal (Defesa Agropecuária), Eduardo Sampaio (Política Agrícola); Orlando Leite Ribeiro (Comércio Exterior e Relações Internacionais); Fernando Schwanke (Agricultura Familiar e Cooperativismo); Jorge Seif Júnior (Aquicultura e Pesca) e Luiz Antônio Nabhan Garcia (Assuntos Fundiários).  Ainda não foi anunciado o nome de quem comandará a Secretaria de Inovação.

Havia expectativa de que o deputado federal Valdir Collato (MDB-SC) viesse a fazer parte do secretariado de Tereza Cristina. No entanto, Colatto, que não foi reeleito, praticamente descartou sua ida para o ministério na semana passada, ao dizer que tem outros planos para 2019.

Da redação, com agências

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