Campo Florido: Mulheres prontas para comandar as máquinas no campo

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Foto: Sindicato Rural de Campo Florido/Divulgação

Cresce cada vez mais a participação das mulheres no agro. Não só em empresas, entidades do setor e governos municipais, estaduais e federal, cujo maior exemplo é a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, mas também na lida do campo. Para qualificá-las no exercício das suas atividades, o Sindicato Rural de Campo Florido, no Triângulo Mineiro, promoveu esta semana um curso sobre tratores só para mulheres.

“Esse é um projeto importante e inovador no agro do município”, diz o presidente do Sindicato Rural de Campo Florido, Márcio Guapo. Segundo ele, a realização do curso TP (trator agrícola de pneus) só para mulheres trará benefícios para a comunidade local.

Com isso, enfatiza Márcio Guapo, o sindicato também está cumprindo com seu objetivo de apoiar as trabalhadoras rurais, criando oportunidades para que se qualifiquem.

O curso é pré-requisito para as tratoristas fazerem outros, como os de transbordo, colheitadeiras agrícolas, colheitadeiras de cana e pulverizadores automotrizes, tipo os da marca Uniport, informa Márcio Guapo.

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Foto: Sindicato Rural de Campo Florido/Divulgação

AGROemDIA

O AGROemDIA é um site especializado no agrojornalismo, produzido por jornalistas com anos de experiência na cobertura do agro. Seu foco é a agropecuária, a agroindústria, a agricultura urbana, a agroecologia, a agricultura orgânica, a assistência técnica e a extensão rural, o cooperativismo, o meio ambiente, a pesquisa e a inovação tecnológica, o comércio exterior e as políticas públicas voltadas ao setor. O AGROemDIA é produzido em Brasília. E-mail: contato@agroemdia.com.br - (61) 99244.6832

2 comentários em “Campo Florido: Mulheres prontas para comandar as máquinas no campo

  • Pingback:Participação das mulheres no campo: aumento do reconhecimento e oportunidades | AgroMulher

  • 23 de agosto de 2019 em 09:52
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    Gostaria de deixar meu registro aos empregadores de Agronegócio q só contratam HOMENS por ter uma mentalidade machista: Várias colegas que foram gerenciar fazendas nos Estados do MS, Amapá, Acre e Goiás ou foram impedidas de trabalhar pelo Capataz que não aceitam ordens de profissionais mulheres ou ESTUPRADAS no campo pelos peões pelo simples fato de serem mulheres. Isso é um absurdo. Minha filha está fazendo técnico agrícola num instituto técnico agrícola em meu estado sendo uma das melhores alunas do Instituto e já informaram à ela que no estado do mato Grosso ela só conseguirá trabalho como balconista de agropecuária ou representante comercial autônoma. Ela não aceita nenhuma destas funções pois acredita que TEM SIM MAIS CAPACIDADE TECNICA QUE MUITO PEÃO EOU CAPATAZ SEM COMPETÊNCIA FORMAÇÃO OU TECNICA. Precisaríamos de apoio de órgãos públicos e.privafos e ongs de apoio a mulheres nesse sentido de barramos esse comportamento machista e de segregação.

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