Programa Mulheres em Campo do Senar capacita mulheres maranhenses

Foto: Senar/Divulgação

Cerca de quarenta mulheres maranhenses participam de forma paralela, do curso do Senar “Mulheres em Campo”. A iniciativa decorre da prestação de serviços dos Sindicatos dos Produtores Rurais de Imperatriz e Açailândia e Grajaú, que têm investido no potencial das produtoras rurais de suas respectivas regiões, oferecido a elas, condições de se aprimorarem em técnicos de gerenciamentos e empreendedorismo rural.

Nos três municípios, as treinandas são pequenas, médias e grandes produtoras rurais. Algumas delas são herdeiras de propriedades. Outras são esposas e filhas de produtores rurais. Elas se inscreveram para ganhar conhecimento acerca da gestão da propriedade e do empreendedorismo rural.

É o caso, por exemplo, de Glória Araújo, produtora rural em Imperatriz. “Eu espero com o curso, ganhar conhecimentos que possam agregar melhorias no dia a dia do campo ajudando os meus funcionários”, disse ela.

Elaine Leite Santos é filha de produtora, é técnica em agronegócio pelo Senar e busca competência para futuramente   administrar as propriedades que são dos seus avós.

“O programa Mulheres em Campo, nos dá a oportunidade de melhorarmos o desempenho e buscar o nosso espaço na propriedade. Antes, a gente via que era somente homem e agora a mulher tem encontrado o seu espaço nessa área e buscado mais conhecimentos para gerir melhor o seu negócio rural”, destacou ela.

Açailândia

As mulheres de Açailândia também estão empenhadas em ganhar experiência para tocar as suas fazendas. Este é o caso da médica Fernanda Alves de Oliveira. Ela é filha de pecuarista mineiro que chegou ao Maranhão há algum tempo. Ainda pequena, herdou uma propriedade que não pôde assumir, por ser menor de idade. O pai tocou o trabalho para que ela estudasse. Agora quer assumir, mas para isso precisa de conhecimento.

“Ele dividiu as terras para todos os filhos, e a minha parte coube a ele administrar enquanto eu estudava. E agora, estou me capacitando para tomar conta da minha propriedade. A motivação para fazer o curso foi realmente a busca pelo conhecimento e para melhorar as atividades no campo, além de trocar experiências com outras parceiras”, disse a médica que pretende aliar a medicina à produção rural.

A instrutora Terezinha Borges, destacou a troca de experiência dentro do curso: “Ouço sempre depoimentos maravilhosos. É muito gratificante e também importante para elas. Mas, não só para elas, é também importante para nós, instrutoras. A gente quer ver a vida das nossas produtoras rurais melhorar a cada dia, gerenciando bem os seus negócios”, disse.

Mulheres em Campo

O Senar criou o programa Mulheres em Campo para despertar o interesse desse público pela gestão e, assim, ampliar o protagonismo feminino na administração das empresas e atividades rurais. O programa desenvolve competências de empreendedorismo e gestão, orienta na descoberta do potencial de cada participante e da propriedade. Ensina a planejar e a transformar uma atividade produtiva em negócio lucrativo.

O público-alvo são mulheres com escolaridade mínima de 5º ano (antiga 4ª série) e possui uma carga horária total de 40 horas, divididas em cinco encontros de 8 horas/dia, com intervalos de setes dias entre eles, onde as participantes ampliam conhecimentos e aprendem as técnicas de gestão dos pequenos negócios rurais.

Cerca de quarenta mulheres maranhenses participam de forma paralela, do curso do Senar “Mulheres em Campo”. A iniciativa decorre da prestação de serviços dos Sindicatos dos Produtores Rurais de Imperatriz e Açailândia e Grajaú, que têm investido no potencial das produtoras rurais de suas respectivas regiões, oferecido a elas, condições de se aprimorarem em técnicos de gerenciamentos e empreendedorismo rural.

Nos três municípios, as treinandas são pequenas, médias e grandes produtoras rurais. Algumas delas são herdeiras de propriedades. Outras são esposas e filhas de produtores rurais. Elas se inscreveram para ganhar conhecimento acerca da gestão da propriedade e do empreendedorismo rural.

É o caso, por exemplo, de Glória Araújo, produtora rural em Imperatriz. “Eu espero com o curso, ganhar conhecimentos que possam agregar melhorias no dia a dia do campo ajudando os meus funcionários”, disse ela.

Elaine Leite Santos é filha de produtora, é técnica em agronegócio pelo Senar e busca competência para futuramente   administrar as propriedades que são dos seus avós.

“O programa Mulheres em Campo, nos dá a oportunidade de melhorarmos o desempenho e buscar o nosso espaço na propriedade. Antes, a gente via que era somente homem e agora a mulher tem encontrado o seu espaço nessa área e buscado mais conhecimentos para gerir melhor o seu negócio rural”, destacou ela.

Açailândia

As mulheres de Açailândia também estão empenhadas em ganhar experiência para tocar as suas fazendas. Este é o caso da médica Fernanda Alves de Oliveira. Ela é filha de pecuarista mineiro que chegou ao Maranhão há algum tempo. Ainda pequena, herdou uma propriedade que não pôde assumir, por ser menor de idade. O pai tocou o trabalho para que ela estudasse. Agora quer assumir, mas para isso precisa de conhecimento.

“Ele dividiu as terras para todos os filhos, e a minha parte coube a ele administrar enquanto eu estudava. E agora, estou me capacitando para tomar conta da minha propriedade. A motivação para fazer o curso foi realmente a busca pelo conhecimento e para melhorar as atividades no campo, além de trocar experiências com outras parceiras”, disse a médica que pretende aliar a medicina à produção rural.

A instrutora Terezinha Borges, destacou a troca de experiência dentro do curso: “Ouço sempre depoimentos maravilhosos. É muito gratificante e também importante para elas. Mas, não só para elas, é também importante para nós, instrutoras. A gente quer ver a vida das nossas produtoras rurais melhorar a cada dia, gerenciando bem os seus negócios”, disse.

Mulheres em Campo

O Senar criou o programa Mulheres em Campo para despertar o interesse desse público pela gestão e, assim, ampliar o protagonismo feminino na administração das empresas e atividades rurais. O programa desenvolve competências de empreendedorismo e gestão, orienta na descoberta do potencial de cada participante e da propriedade. Ensina a planejar e a transformar uma atividade produtiva em negócio lucrativo.

O público-alvo são mulheres com escolaridade mínima de 5º ano (antiga 4ª série) e possui uma carga horária total de 40 horas, divididas em cinco encontros de 8 horas/dia, com intervalos de setes dias entre eles, onde as participantes ampliam conhecimentos e aprendem as técnicas de gestão dos pequenos negócios rurais.

AGROemDIA

O AGROemDIA é um site especializado no agrojornalismo, produzido por jornalistas com anos de experiência na cobertura do agro. Seu foco é a agropecuária, a agroindústria, a agricultura urbana, a agroecologia, a agricultura orgânica, a assistência técnica e a extensão rural, o cooperativismo, o meio ambiente, a pesquisa e a inovação tecnológica, o comércio exterior e as políticas públicas voltadas ao setor. O AGROemDIA é produzido em Brasília. E-mail: contato@agroemdia.com.br - (61) 99244.6832

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