Programa Produzir Brasil já cadastrou 221 projetos em Goiás

Com 221 projetos cadastrados – 47 coletivos e 174 individuais de assistência técnica e extensão rural (Ater) –, o Programa Produzir Brasil está em fase de conclusão. A iniciativa inclui famílias assentadas pela reforma agrária, pertencentes às superintendências regionais do Incra em Goiás e no Distrito Federal e Entorno. Em Goiás, o Produzir Brasil beneficia 4 mil famílias em 55 municípios. Do total, a Emater GO atende mais de 2 mil, espalhados em 53 assentamentos em 31 municípios do estado.
Na primeira etapa do programa já foram realizadas 53 reuniões de mobilização das famílias; 106 reuniões de Diagnóstico Rural Participativo (DRP) nos assentamentos atendidos, com 53 DRPs elaborados; além da elaboração de 1748 Cadastros de Unidade Familiar de Produção Agrícola (UFPA).
O Produzir Brasil, que possui atuação da Agência Goiana no planejamento, diagnósticos, elaboração de projetos e assistência técnica, é uma parceria da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), sob a coordenação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
“O Produzir Brasil possui grande importância para as famílias assentadas goianas, e a atuação da Emater é fundamental nesse processo. A instituição trabalha de forma contínua, desde a elaboração dos projetos até a implementação, dando assistência técnica às famílias assentadas”, diz o presidente da Emater, Pedro Leonardo Rezende.
Eixos de sustentabilidade
Com o objetivo de fortalecer os projetos da reforma agrária com o incentivo à produção em cadeias de valor, gerando desenvolvimento sustentável nos assentamentos do estado de Goiás, essa política pública é pautada em três eixos de sustentabilidade: produtivo, promoção social e o agroambiental. Para tanto, o trabalho é orientado pela elaboração, atualização, execução e monitoramento dos Planos de Desenvolvimento Sustentável dos Assentamentos (PDSA).
De acordo com a gestora da Emater, Elen Maria Pacheco, o programa viabiliza a assistência técnica e extensão rural aos produtores assentados que foram titulados ou estão em processo de titulação. “Para realização do programa e cumprimento das metas, o trabalho de Ater fica dividido em cinco etapas: definição dos beneficiários; diagnóstico e planejamento das ações; elaboração e entrega dos projetos; intervenções técnicas e avaliação dos resultados.”
A primeira etapa deve ser concluída em abril. Até lá, serão elaborados e entregues os Planos de Desenvolvimento Sustentável dos Assentamentos (PDSA), Atendimentos Coletivos por Grupo de Interesses, Atendimentos Coletivos por Grupo de Imediação e Avaliação do Projeto.

