CNA pede à Justiça para fazer parte de processo sobre proibição de transgênicos

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Foto: Danilo Estevão/Embrapa

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entrou na Justiça com um pedido para ser assistente da União no julgamento de um processo sobre sementes transgênicas tolerantes a glifosato no país.

A ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) tenta proibir o uso e a comercialização desse tipo de insumo, além da utilização do glifosato, defensivo agrícola muito utilizado nas lavouras. O processo está tramitando na 9ª Vara Federal, em Brasília.

Ao se posicionar contra a ação do MPF e pedir para ser assistente da União no processo, a CNA alega que o pleito do MPF “é desarrazoado e implica diversas agressões jurídicas aos direitos dos produtores rurais e da população brasileira como um todo”.

A entidade alega também que o Ministério Público, além de violar os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, “pode atingir diretamente o comércio internacional com a perda de mercados relevantes” em produtos como soja, milho e algodão.

A confederação argumenta ainda que a utilização de sementes geneticamente modificadas tem como fator diferencial a prevenção de pragas e o uso de menos aplicações de defensivos, uma vez que grande parte da proteção de sementes se dá justamente no componente genético da transgenia.

Da redação, com CNA

 

 

 

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