ABRALEITE intensifica ações para regulamentar e certificar o leite A2

A Associação Brasileira dos Produtores de Leite (ABRALEITE) intensificará as negociações com os órgãos federais para regulamentar a rotulagem do leite A2 – indicado para quem tem alergia às proteínas beta-caseína A1 do produto. Para tanto, criou recentemente a Comissão do Leite A2 da ABRALEITE, com o propósito de reforçar o trabalho que vem sendo realizado pela ABRALEITE desde 2017 junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O leite A2 representa um nicho de mercado promissor, com potencial para contribuir para superar parte das dificuldades enfrentadas pelo setor nos últimos anos, em razão da queda de preços e dos altos custos de produção, diz o presidente da ABRALEITE, Geraldo Borges. Esse tipo de leite é extraído de vacas que não produzem proteínas beta-caseína A1, causadoras da maioria das alergias relacionadas ao produto.
Segundo Geraldo Borges, a comissão é formada por 26 membros da diretoria e dos conselhos da ABRALEITE. O coordenador do grupo é Roberto Jank Jr., a primeira secretária é Flávia Fontes e o segundo secretário, Marcos Corteletti. Algumas instituições de pesquisa e ensino, como a Embrapa Gado de Leite, o IZ, o Nital e a USP, foram convidadas para integrar a comissão.
SELO
A comissão foi encarregada de elaborar a pauta que será encaminhada ao Ministério da Agricultura e outros órgãos visando regulamentar e certificar o leite A2. O grupo também apresentará algumas das ações já desenvolvidas, como a criação do Selo Vacas A2A2.
O selo foi criado pelo Movimento #BEBAMAISLEITE, juntamente com o Genesis Group, empresa certificadora reconhecida nacional e internacionalmente. A marca de lácteos Letti A2, da Fazenda Agrindus, de propriedade de Roberto Jank Jr., um dos vice-presidentes da ABRALEITE, foi a primeira a ser certificada com o Selo #BEBAMAISLEITE, que passará a ser usado em sua rotulagem.
A Comissão do Leite A2 da ABRALEITE também produzirá conteúdos informativos, encontros e palestras para dar esclarecimentos sobre o tema. O primeiro evento foi realizado, em agosto de 2017, em Novo Horizonte (SP).


Deve ser o desespero porque o leite de vaca está em queda, claro, ninguém quer tomar um leite que causa espinhas pelo corpo e pelo rosto, ou seja, mais uma vez esta provado que essa história que os seres humanos precisam de leite de vaca para os ossos não passa de um MITO!!!