No estado da ministra da Agricultura, picanha já é vendida a R$ 71,98

O comércio de Mato Grosso do Sul – terra da ministra da Agricultura, Tereza Cristina – está aproveitando a alta da cotação do boi gordo para elevar os preços da carne às alturas. Em Campo Grande, tem açougue vendendo picanha a R$ 71,98. Em outros estabelecimentos, entretanto, a peça era vendida a R$ 39,90 na sexta-feira 29. Nos últimos 30 dias, o produto subiu 30% no varejo da capital sul-mato-grossense.
Asinformações são site Correio do Estado, de MS. “Nos açougues da capital, é possível encontrar o quilo do coxão mole custando R$ 30, em média. Há um mês, o quilo era comercializado a R$ 20”, segundo reportagem da repórter Súzan Benites.
“Entre os preços repassados ao consumidor, a variação é grande nos locais visitados. O quilo de músculo custava, na sexta-feira, entre R$19,80 e R$22,20. O patinho ficou entre R$ 27,90 e R$ 31,98. O quilo da ponta de peito foi de R$ 20,90 a R$ 24,40. Entre os cortes mais caros, o quilo do filé-mignon variou 57,84%, custando R$ 39,90 no local mais barato e R$ 62,98 no mais caro. O contrafilé foi de R$ 29,80 a R$ 35,90. E o coxão duro estava cotado entre R$ 25,90 e R$ 31,99”, relata o site.
Conforme o comerciante Najla Machado Dib, da Casa de Carnes Dib, o movimento de clientes caiu. “Está muito mais caro para comprarmos, diminuiu um pouco o movimento. A maior mudança que a gente percebeu foi a redução da compra”, contou ele ao Correio do Estado.
No entanto, em outros mercados o aumento do preço da carne não tem sido tão acentuado quanto em MS, como informa a Agência Brasil:
“No fechamento de novembro, o aumento nos preços da carne bovina desossada no mercado atacadista foi de 22,9% na média de todos os cortes pesquisados, de acordo com a Scot Consultoria.
Já os preços da carne bovina vendida em supermercados e açougues de São Paulo registraram uma alta de 8%, na média de todos os cortes, segundo a consultoria. No Paraná a alta também foi consistente, 3,5%. Já no Rio de Janeiro e em Minas Gerais as variações foram mais tímidas, de 0,2% e 1%, respectivamente.”
Leia aqui a íntegra da reportagem do Correio do Estado


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