Suínos: Comercialização da carne mais aquecida mantém preços em alta

Foto: Lucas Cardoso/Embrapa

A comercialização da carne suína está mais aquecida neste mês, o que tem mantido em alta os preços da proteína no atacado da Grande São Paulo – o movimento de recuperação vem sendo observado desde maio, de acordo com pesquisas do Cepea.

O aumento nas cotações da carcaça suína, inclusive, tem sido mais intenso que o observado para a substituta, a carne bovina, fator que diminuiu a competitividade do produto suinícola.

Já na comparação com a proteína de frango, também houve perda de competitividade da carne suína.

No mercado suinícola, pesquisas do Cepea apontam que as demandas interna e externa aquecidas têm elevado as cotações.

No geral, a reabertura – ainda que parcial – do comércio doméstico e as aquecidas compras por parte da China impulsionam as vendas.

Para carne de frango, apesar de as exportações perderem o ritmo em junho, as vendas domésticas estão aquecidas.

Para carne bovina, a queda no poder de compra da população, devido à atual crise por causa da pandemia de coronavírus, tem limitado a liquidez de alguns produtos com valor mais agregado.

Do Cepea

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