Incra: Nova plataforma de governança fundiária agilizará e desburocratizará processos 

O Sistema de Gestão Fundiária (Sigef) do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), plataforma onde encontram-se as informações de todas as propriedades rurais do país públicas e privadas, tornou-se um dos principais problemas dos usuários e técnicos do Incra nos últimos anos.

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Com pouca estabilidade e apresentando falhas, o sistema vem sendo alvo de constantes críticas. Recentemente, a Associação dos Engenheiros Agrimensores postou um meme em referência ao Sigef nas suas redes sociais.

Para resolver de forma definitiva esse problema e responder as críticas dos usuários, o Incra firmou contrato de prestação de serviço em tecnologia da informação e comunicação com o Serpro.

A previsão é que dentro de seis meses esteja em funcionamento a Plataforma de Governança Fundiária, que vai integrar todas as bases de dados e funcionalidades dos atuais sistemas utilizados pelo Incra, entre os quais o Sigef, com comunicação entre os diferentes sistemas governamentais.

Além de promover a automatização e a desburocratização dos processos de regularização e titulação com segurança, confiabilidade e conformidade com a legislação, a plataforma vai oferecer serviços integrados em meio digital para os cidadãos.

Os produtores rurais e agricultores assentados terão acesso aos serviços de forma mais ágil, intuitiva e automatizada. O que é presencial torna-se eletrônico, permitindo a redução de etapas, de apresentação de documentos ou comprovantes e de gastos com deslocamentos até uma unidade de atendimento do Incra

A parceria entre os dois órgãos do governo federal vai acelerar o processo de transformação digital do instituto, ampliando a digitalização de serviços, garantindo melhor qualidade no atendimento ao público. A intenção é acelerar a titulação das ocupações passíveis de legalização em terras públicas federais e das famílias beneficiárias da reforma agrária, o

O Incra vai utilizar a estrutura e a experiência técnica do Serpro na área de tecnologia da informação e comunicação para atender as suas demandas, visando reduzir a burocracia e o tempo de espera, facilitando o acesso e diminuindo os custos.

Os serviços prestados pela empresa incluem a hospedagem, a sustentação, a manutenção e o desenvolvimento de soluções e sistemas, consultoria técnica, emissão de certificados digitais, infovia (rede de comunicação) e outros itens.

A parceria vai assegurar a integração dos dados cadastrais e transacionais dos sistemas de Informações de Projetos de Reforma Agrária (Sipra), de Cadastro Rural (SNCR) e de Gestão Fundiária (Sigef) e em 2021 já passarão a utilizar os recursos da Plataforma de Governança Fundiária de forma fácil e intuitiva por meio dos canais digitais.

 

AGROemDIA

O AGROemDIA é um site especializado no agrojornalismo, produzido por jornalistas com anos de experiência na cobertura do agro. Seu foco é a agropecuária, a agroindústria, a agricultura urbana, a agroecologia, a agricultura orgânica, a assistência técnica e a extensão rural, o cooperativismo, o meio ambiente, a pesquisa e a inovação tecnológica, o comércio exterior e as políticas públicas voltadas ao setor. O AGROemDIA é produzido em Brasília. E-mail: contato@agroemdia.com.br - (61) 99244.6832

10 comentários em “Incra: Nova plataforma de governança fundiária agilizará e desburocratizará processos 

  • 16 de janeiro de 2021 em 00:07
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    Emuito bom mais a internet aqui não funciona no Amapá

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  • 16 de janeiro de 2021 em 04:21
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    Horrível o atendimento aqui na Bahia.
    Fiz um projeto no banco e precisei tirar o( CCir).documento obrigatório.
    E então nunca consegui tirar ainda ,alegando q estão com apenas duas funcionárias p atender .Uma vergonha isto.
    Sou da região de Irecê na Bahia.

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  • 16 de janeiro de 2021 em 04:23
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    Espero que o Incra também possa resolver a questão de retomadas de lotes da reforma agrária. Aqui no assentamento Floresta de Belém em Itaperuna RJ, o incra, , organiza e faz a maoir covardia, pondo pra fora de suas casas à força, trabalhadores e familias que ficam sem ter pra onde ir, em um momento de pandemia como estamos vivendo, sem nenhuma ordem judicial, fazem por conta própria, pessoas que produzem no campo e que são expulsos e não recebem nada pelas benfeitorias realizadas na propriedade. Estou falando de pessoas pobres.

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  • 16 de janeiro de 2021 em 04:28
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    Em Pelotas deram terra a todos que invadiram juntos com a prefeita ano de eleição numa terra da União em cima de mato De eucalipto de 70 anos 6 kt a cada um moro a 30 anos tenho todos papéis de notas rurais Ibama sema e não canhei nada e me tiram as lavoura de plantar açudes que fiz grande e lotes vazio vários sem um pé de nada e uma vergonha do governo Bolsonaro todos da cidade e de Pelotas muito ricos camharan terra niquem investiga nunca vi plantar em zona de manancial mais da metade de 170 kt para 30 família e só querem o dinheiro do ingra

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  • 16 de janeiro de 2021 em 11:22
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    Meus parabéns de kem e que partilhada esa odeia meus parabéns moso Brasil preso da muito de pessoa como você os pessoas A Sim nesis anos atraso tem feito muita falta a agricultura e o prisipal de valo mais e mais meus parabéns

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  • 16 de janeiro de 2021 em 15:07
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    Esta prescisando mesmo
    Vergonhoso em 2019 fui varias vezes para resolver poblema que se estendi a 1 decada nao tive sucesso quem sabe resolve agora em 2021

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  • 16 de janeiro de 2021 em 17:06
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    Esse INCRA aqui da Paraíba é uma vergonha, só da cobertura a gente errada!! Todos os assentamentos ligados ao município de Cruz do Espírito Santo, tem irregularidades” desde posto de combustíveis em lote da reforma agrária, a loteamentos em lotes da reforma agrária para si construir casas a gente da zona urbana, pessoas quê desde quê ganharam a terra não produz nada e ainda usa a casa do governo quê ganhou como quartel general do crime, pessoas quê assumiram a desistência de outro e o INCRA não cadastra e outros na mesma situação, só pq tem amizade fina com alguém do INCRA é cadastrado!! enfim a impunidade corre solta neste INCRA da Paraíba, quem tem dinheiro concentra vários lotes com pessoas da mesma família e ainda junta terras comunitárias e área de reserva florestal para encher toda essa terra de cana de açúcar, e as famílias e jovens agricultores familiares quê precisam de uma oportunidade eles escanteiam, muintos de nois aqui de Cruz do Espírito Santo votou em Bolsonaro pensando quê iria si resolver essa situação e as coisas ficarem mais justas” mas tá igual a antes a safadeza, si daqui pra 2022 não si resolver isto Bolsonaro perderá muintos votos por aqui viu, só os errados e corruptos si dando bem, e as pessoas de bem sem uma resposta de nada, pra vcs verem o INCRA aqui tem inúmeros processos na DPU e fica si arrastando sem solução, quem tiver lendo pode repostar viu, pra ver si o presidente da República da uma resposta mais enérgicas em o INCRA cumprir seu papel e cobrar metas deles, ou então trocar os pessoais das autarquias federais manda um para um setor outro pra outro..

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  • 16 de janeiro de 2021 em 21:42
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    Nesse país tem muitas terras ociosas quem gostaria de ter um pedaço de terras pra plantar produzir não tem ficamos tanto tempo num assentamento em Cerqueira até hoje nada tivemos que abandonar o barraco que pagamos pra construir gostaríamos muito de um pedaço de terra pra planta.

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  • 19 de janeiro de 2021 em 20:08
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    Estou na fila a 22 anos pra ser assentado,ligo no Incra em Brasília…e nada. Isso a 22 anos direto e…nada . Presumo q isso ai,Incra, não vira nada não! Chegaram a pedir pra eu colocasse minha família debaixo da lona preta na beira do asfalto se nós quisessemos ver um possível resultado no quisito…ser assentado…! Brincadeira?

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  • 21 de janeiro de 2021 em 11:56
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    Espero que ó INCRA possa passar nos assentamento girimum que fica localizado em Jataúba Pernambuco na pe160

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