Federarroz recomenda ao produtor cuidado na aplicação de agroquímicos

Arroz 27 12 - Crédito Flávio Burin Divulgação
Federarroz reforça compromisso com mercador consumidor – Flávio Burin/Divulgação

As primeiras lavouras de arroz implantadas no Rio Grande do Sul devem passar pela última aplicação de fungicida e inseticida. A recomendação da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) é que o produtor siga, obrigatoriamente, os períodos de carência e os recomendados para a cultura do arroz, a fim de colher um produto livre de qualquer resíduo de agroquímicos.

O presidente da Federarroz, Henrique Dornelles, reforça que os arrozeiros colhem um produto in natura, retirando a casca somente antes de chegar ao consumidor. “Temos uma responsabilidade ainda maior para que este produto, através da aplicação correta de defensivos, da aplicação das normas dos produtos, das recomendações técnicas e do agrônomo, chegue saudável e livre de qualquer resíduo de agroquímicos à mesa do consumidor.”

O produtor, alerta Dornelles, deve ficar atento a toda e qualquer aplicação para ver se as normas, as carências e as observações contidas no rótulo dos agroquímicos estão sendo rigorosamente cumpridas pelas pessoas envolvidas no trabalho. “Esta é a responsabilidade que nos cabe como produtores. A Federarroz prima por isto. Não defenderemos os produtores que não observam esses regramentos e cuidados que remetem à segurança alimentar. Temos responsabilidade com a cultura, com o Estado, com os produtores e com os consumidores. Isto depende das boas práticas agronômicas.”

Dornelles lembra que órgãos como o Ministério da Agricultura e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já atestaram que o arroz produzido no Rio Grande do Sul é livre de agroquímicos. O dirigente observa também que as aplicações de forma correta na dosagem e carência também refletem no bolso do produtor.

“O nosso setor já enfrenta problemas de rentabilidade, renda, de gerar riquezas e não podemos aplicar pacotes tecnológicos sem uma análise crítica. Precisamos fazer mais agronomia e aplicar corretamente, não somente para disponibilizar um produto saudável, mas também para não jogar dinheiro fora, aumentando os prejuízos dos produtores”, enfatiza o presidente da Federarroz.

 

 

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