Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas: Vitório Freitas disputa presidência com apoio da Finta  

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Vitório Freitas, candidato a presidente do CFTA – Divulgação

A criação de um piso salarial nacional para a categoria e a qualificação profissional com foco no mercado de trabalho estão entre as principais propostas do técnico em agropecuária Vitório Freitas para a primeira diretoria executiva do Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas (CFTA). Mineiro de Jordânia, no Vale do Jequitinhonha, Vitório é um dos três candidatos à presidência do CFTA.   A votação será realizada no próximo dia 7 de setembro, das 6h às 22h, exclusivamente pela internet.

Vitório é candidato a presidente do CFTA pela chapa Mãos que alimentam o Brasil, que também é formada pelos técnicos agrícolas Luiz Nelmo de Menezes (RS), Danielle Aprigio da Silva (RN), Iosmar Luiz Mansk (ES) e Antônio Tiago da Silva (SC). O grupo tem o apoio da Federação dos Técnicos Agrícolas do Brasil (FINTA-BR).

Formado pela Escola Agrotécnica Federal de Machado (MG), em 1993, Vitório ainda cursou Tecnologia em Administração de Pequenas/Médias Empresas e fez especialização em Desenvolvimento Regional. Ele é concursado da Emater-MG e atualmente é gerente da unidade regional de Belo Horizonte da empresa.  “Trabalho em defesa da qualidade de vida das pessoas do meio rural”, diz.

O candidato da chapa Mãos que alimentam o Brasil também trabalhou, em 2013, no Ministério do Trabalho, onde ocupou o cargo de coordenador-geral de qualificação. Lá, destaca, participou do grupo de trabalho que elaborou a proposta de desmembramento dos técnicos agrícolas do sistema Confea/Crea. “Isso”, assinala, “viabilizou a Lei 13.639/2018, que permitiu a criação do Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas”.

 

Propostas da chapa Mãos que alimentam o Brasil

 

  • Fim do valor limite para assinatura de projetos de crédito elaborados pelos técnicos agrícolas;

 

  • Inserção da categoria junto ao trabalho profissional, exigindo das empresas o cumprimento da lei trabalhista sobre os projetos de técnicos agrícolas do Brasil;

 

  • Criação de um banco oficial de oportunidades de empregos;

 

  • Adesão a um sistema de crédito cooperativo para a categoria, plano de saúde, odontológico e benefícios para os familiares;

 

  • Apoio às organizações dos técnicos agrícolas;

 

  • Garantir que todas as atribuições previstas na lei que regulamenta a profissão sejam cumpridas;

 

  • Qualificação profissional com foco no mercado de trabalho;

 

  • Análise da grade curricular que garanta a formação de acordo com a legislação profissional;

 

  • Articulação para a criação de uma lei que exija que os municípios tenham profissionais habilitados com formação nas áreas agrícolas para execução de projetos de paisagismo e urbanismo;

 

  • Assegurar que a anotação da profissão de técnico agrícola em carteira assinada, esteja de acordo com as reais atividades da categoria;

 

  • Parceria com as entidades profissionais com um projeto contínuo de cursos de qualificação profissional.

 

  • Piso salarial nacional para a categoria.

 

AGROemDIA

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