Indicador do algodão tem a maior alta mensal desde janeiro de 2016

Foto: Amipa/Abapa

Vendedores permaneceram firmes quanto aos preços pedidos no mercado de algodão em pluma em agosto. Mesmo assim, novos negócios foram registrados no spot, devido à necessidade de indústrias de repor estoques – a maioria, no entanto, envolveu volumes pequenos, de modo geral.

Com a retomada gradual da economia, indústrias precisam repor estoques da matéria-prima, uma vez que, tradicionalmente, optam por comprar conforme a necessidade e em períodos de maior oferta.

Do lado vendedor, produtores seguem priorizando o cumprimento de contratos a termo, especialmente para exportação, aproveitando a rentabilidade mais atrativa.

Entretanto, a recuperação dos preços internos contribuiu para reduzir a diferença entre os valores domésticos e a paridade de exportação.

De 31 de julho a 31 de agosto, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, registrou alta expressiva de 16%, fechando a R$ 3,3110 em 31 de agosto. Esta é a maior variação mensal desde janeiro/16, quando o Indicador subiu 16,91%. A média de agosto foi de R$ 3,0949/lp, 12,2% acima da de julho/20 e 25,47% maior que a de agosto/19 – em termos nominais é a maior média desde set/18 (R$ 3,1887/lp).

Do Cepea

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