Prazo de vacinação contra aftosa é prorrogado em 14 estados

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou a prorrogação da segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa deste ano em 14 estados. A medida atende a pedido de entidades representativas dos produtores e apoiada pelo Serviço Veterinário Estadual (SVE). A ampliação do prazo ocorre em função da necessidade de remanejamento de doses de vacinas para algumas regiões.

Nesta etapa, são vacinados bovinos e bubalinos com até 2 anos de idade, para a maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação. Ao todo, segundo o Mapa, devem ser imunizados cerca de 78 milhões de animais.

Para os pecuaristas de Tocantins e Mato Grosso, a prorrogação vale até 10 de dezembro. Em Goiás, a data-limite vai até 11 de dezembro, e em Alagoas e Amapá, até o dia 15. Para os estados de Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a ampliação vai até 20 de dezembro. O Ceará tem prazo até o dia 24 deste mês; Bahia e Pará devem concluir a imunização até o dia 30. Já os produtores do Maranhão, do Piauí e de São Paulo terão até dia 31 de dezembro para realizar a vacinação.

“O Mapa, com apoio do Sindan, tem monitorado diariamente a situação da produção e distribuição de vacinas contra a febre aftosa nas unidades Federativas. Reforçamos que há vacina suficiente para toda a população alvo desta etapa de novembro de 2021”, destaca o diretor do Departamento de Saúde Animal, Geraldo Moraes.

Sindan

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) disponibilizou um canal de comunicação direto (sindan@sindan.org.br) para que todas as distribuidoras e revendas de vacina contra a febre aftosa façam contato, em caso de alguma dificuldade de acesso a aquisição da vacina contra a febre aftosa.

As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

Além de vacinar o rebanho, o produtor deve declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser feita de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.

Em caso de dúvidas, a orientação é que o criador procure o órgão de defesa sanitária animal de seu estado.

Do Mapa

AGROemDIA

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