Meninos de zinco

Lourenço Cazarré*

Dias atrás o Afeganistão voltou a ser citado no noticiário internacional por uma informação sobre meninas que estariam, agora, sendo impedidas de ir à escola. Era apenas uma notinha perdida em meio à verdadeira borrasca de cenas assombrosas geradas pela Guerra da Ucrânia. Mas uma notinha já esperada, claro.

Ano passado, após uma presença de quase vinte anos no Afeganistão, forças de países ocidentais – liderados pelos Estados Unidos – retiraram-se daquele país. O governo que deixaram por lá desmoronou em poucas semanas e a nação de ásperas, belas e inacessíveis montanhas voltou ao regime teocrático anterior (1996-2001), fundamentalista islâmico, o Talibã. A retirada dos últimos funcionários e soldados ocidentais foi plena de cenas bíblicas. Como as centenas de pessoas desesperadas correndo sob os aviões de transporte, com alguns homens alçando voo agarrados às rodas, para despencar em seguida. Como o dilúvio de homens, mulheres e crianças que – muitos só com a roupa que vestiam – se movimentava desesperadamente em direção ao aeroporto de Cabul.

Caçada

Os americanos e seus aliados europeus entraram no Afeganistão, no começo deste milênio, para – diziam – caçar Osama Bin Laden, o cérebro do ataque de 11 de setembro às Torres Gêmeas. Certamente sabiam onde estavam se metendo. Estavam enfiando seus pés calçados com botas em um país dividido entre incontáveis clãs acostumados a entreveros, entre os quais se destacava o famigerado Talibã, cujas proezas mais conhecidas mundialmente eram a implosão de duas imensas estátuas de Buda, esculpidas há mil e quinhentos anos num penhasco, e o veto à presença de meninas nas escolas.

Duas décadas após o desembarque, contabilizando a morte de mais de três mil e quinhentos militares, essa força ocupante se retirou de forma destrambelhada, legando ao Talibã um vastíssimo e moderno equipamento (carros de combate e armas sofisticadas) que transformou aquele país paupérrimo em uma potência militar considerável.

Não foi o primeiro fracasso de tropas forasteiras, não. Foi o terceiro.

Os britânicos, no máximo esplendor da Pérfida Albion, foram os primeiros a serem expulsos de lá. Foram derrotados pelos nativos – invariavelmente barbados e com um turbante na cachola – ao cabo de três guerras que se estenderam por oito décadas, de 1839 a 1919.

Lênin e Stálin

Os segundos foram os meninos nascidos e crescidos numa imensa pátria inventada pela dupla Lênin e Stálin. Vamos chamá-los russos para simplificar a redação. Eles se apresentaram (russos não invadem, diz Putin) por lá em 1979, quando ainda eram conhecidos como soviéticos, e se retiraram dez anos após, com um saldo de 15 mil mortos e centenas de desaparecidos.

Bem, os russos apareceram para dar respaldo a um recém-instalado governo “socialista”. Em tese, seus soldados eram internacionalistas entusiasmados e queriam ajudar o generoso povo afegão a livrar-se do seu inconcebível atraso.

O Afeganistão era então e continua sendo um país complicado. Todos os países o são, na verdade. Mas lá a população se divide entre quatro grandes etnias (pashtuns, 52%; tadjiques, 21 %; hazaras, 19%; usbeques, 5%). O islamismo, religião quase exclusiva, se reparte em dois ramos principais (sunitas, 80%, xiitas, 20%). A economia nacional gira em torno das drogas. De acordo com estudo da ONU, 93% dos opiáceos produzidos no mundo saem de lá, bem como a maior parte (80%) da heroína consumida na Europa.

Uma jornalista baixinha

Porém, no caminho dessa tropa russa – como diria um poeta – havia uma jornalista baixinha.

O jornalismo, como se sabe, é a profissão dos abelhudos. Jovens curiosos do mundo todo frequentemente viram jornalistas. Mas em alguns países essa inclinação pessoal pela busca da informação – fofoca indigesta, segundo todos os poderosos – não basta. Em nações como a Rússia, soviética ou pós, o sujeito ou sujeita precisa ter também coragem, e muita.

Esse é o caso de uma ucraniana criada em Belarus chamada Svetlana Aleksiévitch, ganhadora do Nobel de Literatura em 2015. Que hoje – por via das dúvidas, por cautela – reside na Alemanha.

Svetlana escreveu muitos livros. Um deles sobre a apavorante tragédia de Chernóbil, cidade que hoje sabemos estar situada na Ucrânia. Escreveu também um belíssimo livro sobre a atuação de senhoras e senhoritas nas forças armadas russas durante a Segunda Guerra Mundial: A guerra não tem rosto de mulher. E tem ainda na sua prateleira pessoal um trabalho sobre a década em que os soviéticos chafurdaram num pântano de sangue, loucura, desespero, corrupção e morte chamado Afeganistão.

Guerreiros invencíveis

Dizem os historiadores que – ao entrar num país que na nossa imaginação não passa de uma interminável cadeia de pirâmides de granito – os soviéticos queriam mostrar a seus grandes rivais (os americanos, pouco antes derrotados no Vietnã) que eles, sim, os heróis da Grande Guerra Patriótica, eram guerreiros invencíveis.

Não eram então e nem são agora, garantem os conhecedores da arte bélica. Antes, perderam uma guerra para o Japão (1904-1905) e não conseguiram vencer a pequenina Finlândia (1939-1940).

Agora, entraram na Ucrânia para uma guerra-relâmpago que deveria durar uns três dias e que culminaria com a fuga – talvez até mesmo fantasiado de dançarino cossaco – do presidente Volodimir Zelensky. Seria uma guerra muito rápida, ilustrada por belíssimas imagens televisivas: lindas mocinhas ucranianas colocando rosas vermelhas nas bocas dos canhões dos tanques; e velhinhos encurvados, apoiados em bengalas, beijando agradecidos as mãos calosas dos fortes e bravos soldados de Moscou que ali estavam para libertá-los do nazismo renascido.

Não, não foi o que ocorreu. Zelensky não fugiu e, pelo contrário, ordenou aos homens que levassem suas mulheres e filhos até a fronteira e que voltassem logo para lutar.

Na Ucrânia, os invasores russos atolaram-se num engarrafamento de sessenta quilômetros de blindados e carros de transporte. Os pneus dos caminhões eram ruins e rebentavam. Os tanques eram velhos e fumacentos. A comida rareou. Em grande parte, talvez mais da metade, os soldados eram meninos de 18 anos, que podiam voltar a pé para casa – algo impossível para os que foram enviados ao longínquo Afeganistão.

A invasão russa da Ucrânia – segundo analistas de questões guerreiras – serviu principalmente para tranquilizar os dirigentes dos países signatários do Tratado do Atlântico Norte. Ou seja, serviu para mostrar aos generais das nações integrantes da Otan que o novo césar da terrinha da vodca não tem aquele exército fantástico que costuma propagandear. Aliás, já se fala que os russos tiveram que recorrer ao socorro (bem remunerado) de quem realmente sabe combater e matar: os nada gentis mercenários sírios e chechenos.

Incompetência e corrupção

Talvez uma ideia mais próxima do que seja verdadeiramente o exército russo atual possa ser encontrada no livro Meninos de zinco. Características marcantes: total incompetência em logística, falta de boa comida e de medicamentos básicos, armas e equipamentos obsoletos, violência extrema contra os adversários e igualmente entre os integrantes da própria força e, acima de tudo, uma corrupção avassaladora em todos os níveis da administração.

Svetlana esteve no Afeganistão: “Subi num helicóptero… De cima vi centenas de caixões de zinco preparados de antemão, brilhando ao sol, belos e assustadores…”

Na verdade, Meninos de zinco é muitíssimo mais que um retrato de uma conflagração. É um libelo candente contra a guerra, contra todas as guerras. Essa obra gerou contra a jornalista um processo que se arrastou por anos e que está, em parte, reproduzido nas páginas finais da edição brasileira do livro.

Um painel polifônico

A técnica de Svetlana é aparentemente simples. Ela ouve centenas de pessoas sobre um determinado tema e depois transcreve as partes mais importantes (e impactantes) desses depoimentos. Trabalha com o acúmulo de vozes fragmentárias. Sem discursos, sem frases feitas, sem slogans, ela avança. E esses pequenos retalhos – monólogos, confissões, explosões, delírios – acabam formando um painel polifônico do assunto tratado.

Seguindo o exemplo de Svetlana, reproduziremos aqui alguns retalhos de falas de gente que viveu e padeceu a Guerra do Afeganistão – soldados, oficiais e mulheres que integraram as tropas. E ainda, e principalmente, mães de meninos que voltaram para casa – estraçalhados seus corpos – em caixões funerários de zinco.

Depoimentos

Mãe:

Ele matou um homem… Meu filho… Com uma machadinha de cozinha… Ele tinha voltado da guerra e aí matou…  Anunciaram na tevê que pescadores tinham recolhido um cadáver no lago da cidade… em pedacinhos… Uma amiga me ligou: Você leu? Foi um assassinato profissional… Estilo afegão….

Está escutando um latido de cachorro? Não? Eu sempre escuto um latido de cachorro assim que começo a contar isso.

Só teve uma vez que ele falou do Afeganistão. Eu estava preparando um coelho. Tinha uma tigela com sangue… Ele molhou os dedos naquele sangue e olhou… E falou para si mesmo:

– Trouxeram um amigo com a barriga destruída… Ele pediu que o matasse com um tiro… E eu o matei com um tiro…

Soldado, atirador de granada:

Dezoito cirurgias, quatro com anestesia geral… No hospital recebi uma carta de um amigo. Através dele fiquei sabendo que o nosso blindado tinha explodido numa mina… Ele tinha visto uma pessoa voando junto com o motor. Era eu.

Depois de duas, três semanas não sobra nada de quem você era antes, só seu nome… Fomos ensinados: fica vivo quem atira primeiro…

Vendíamos munição cozida… A bala cozida não voa, é cuspida para fora do cano. A gente botava uns baldes e jogava lá a munição e cozinhava por duas horas! À noite levávamos para vender. Comandantes e soldados, heróis e covardes, todos negociavam…

Enfermeira:

É uma guerra justa, nos diziam, estamos ajudando o povo afegão a terminar com o feudalismo e a construir uma bela sociedade socialista…

Os oficiais bebiam todo o álcool, tratávamos as feridas com gasolina. As feridas cicatrizavam mal… O sol ajudava. O sol forte mata os micróbios…

Não havia pijamas, chinelos, mas já tinham pendurado slogans, palavras de ordem e cartazes…

A coisa mais desagradável no Exército é o ambiente de delação, a ordem de delatar.

Podia salvar, mas não consegui acordar o cirurgião bêbado…

Muitas vezes de uma pessoa só sobrava meio balde de carne… E escrevíamos: morto num acidente de automóvel, caiu num barranco, intoxicação alimentar…

Ao lado, no kichlak (aldeia), os afegãos andavam com nossos pijamas de hospital, com nossos lençóis na cabeça como turbante. Sim, nossos meninos vendiam tudo…

E eles vendiam armas, munição para depois serem mortos por essas mesmas armas…

Soldado, motorista:

Os comandantes andavam meio agitados, cochichavam entre si. Estava chegando a hora do almoço, começaram a puxar caixas de vodca… Eles nos enfileiraram e ali mesmo anunciaram que em algumas horas um avião viria nos buscar – estávamos a caminho da República do Afeganistão para cumprir nosso dever militar.

Quando minha esposa perguntou como seu marido tinha ido parar no Afeganistão, responderam a ela: “Ele manifestou o desejo, voluntariamente”.

Soldado, artilheiro:

Passamos num kichlak, pedimos algo para comer. Segundo as leis dele, se uma pessoa está na sua casa e tem fome, você não pode recusar comida. As mulheres nos sentaram à mesa e nos deram comida. Quando fomos embora, espancaram essas mulheres e seus filhos com pedras e paus. Elas sabiam que iriam matá-las, mas ainda assim não nos expulsaram…

Funcionária:

Nos postos nas montanhas o pessoal não vê ninguém por anos. Vai um helicóptero três vezes por semana. Eu fui. Um tenente se aproximou:

-Moça, tire o lenço da cabeça. Solte o cabelo. – Eu tinha cabelo comprido. – Já faz dois anos que só veja a cabeça raspada dos soldados.

Os soldados… Os meninos… Eles saem daqui devastados… Viram muita coisa aqui… Como uma mulher que se vende… por duas latas de carne moída.

Subtenente, enfermeiro:

Faltavam remédios.

A metade (das seringas descartáveis) não sugava nem aspirava.

Curativos elásticos não tinha mesmo.

O soldado soviético é o mais barato. O mais paciente, sem exigências…. Era assim em 1941. Cinquenta anos depois ainda é assim. Por quê?

Trazíamos dinheiro das missões de combate… Quem tivesse a patente mais alta tomava da gente. Ali mesmo, diante dos nossos olhos, dividiam entre si.

Na alfândega levavam os presentes que trazíamos para casa: perfumes, lenços, relógios.

– Não é permitido, pessoal.

Mãe:

Ele era baixinho. Nasceu feito uma menina, pesava dois quilos, media trinta centímetros. Eu tinha medo de segurá-lo…

Eu o apertava contra mim:

– Você é meu raio de sol…

Foi aceito no Exército. Eu rezava… para que não o espancassem. Eu tinha medo que os rapazes mais fortes fossem humilhá-lo. Ele dizia que eram capazes até de mandar limpar o banheiro com uma escova de dentes e lavar as cuecas dos outros.

Eu estava esperando que ele voltasse para casa, faltava um mês para o final do serviço…

Primeiro veio o capitão do centro de recrutamento:

– Força, mãe!

Caí no chão:

– Meu raio de sol! – Me levantei e parti para cima do capitão com os punhos fechados: – Por que você está vivo e meu filho não? Você é tão saudável e forte. E ele é pequeno. Você é um homem e ele é um menino. Por que você está vivo?
Soldado, comunicações:

Eu só tinha um problema: onde roubar carregadores de munição adicionais… No combate você pega o último carregador e a última munição – e põe nos dentes. É para você.

Quando andamos de carro por Cabul, as mulheres jogavam paus e pedras nos nossos tanques. (Nos) xingavam com palavrões russos sem sotaque, gritavam: Russo, vá para casa…

Vi num mesmo avião voltar para casa caixões de zinco e malas com casacos de pele…

Em nosso país cada geração recebe sua guerra…

Mãe:

Eles iam em fila ao banheiro… Não tinham permissão para ir sozinhos porque, quando souberam que iam ser mandados para o Afeganistão, um se enforcou no banheiro e outros dois cortaram os pulsos…

Não sou louca, mas espero por ele. Contam um causo: trouxeram um caixão para uma mãe, ela o enterrou. Depois de um ano, o filho voltou… Também estou esperando. Não sou louca…

Major, de um regimento de artilharia:

De quem foi essa guerra? Das mães. Elas combateram. E vão combater até a morte. Cuidar, rogar por nós. Por nossas almas…

Por que quem tem dezoito anos, dezenove anos, mata com mais facilidade do que quem tem trinta? Eles não têm pena.

Mas nos quartéis aqueles meninos tinham oito, dez camas vazias todo mês. Quem dormia nelas já estava na geladeira… No necrotério.

Nas operações – ali mesmo nos deitávamos, ali mesmo, desculpe, fazíamos as necessidades. Um provérbio de soldado: é melhor ficar na própria merda do que virar merda nas minas…

Primeiro-tenente, de um pelotão de morteiros:

A guerra acabou. Agora vão nos esconder em algum lugar mais distante. Encerrar. Isso já aconteceu com a guerra da Finlândia.

Funcionária:

Não deixam as mulheres entrar no banheiro dos oficiais, porque as mulheres são sujas… E esses mesmos oficiais vêm nos procurar… Para uma coisa só… Para isso mesmo… Batem à porta à noite com uma garrafa de vinho. Na carteira têm fotos dos filhos, da esposa, eles nos mostram. É normal…

Mãe: 

À noite, eu me deito e peço:

– Apareça no meu sonho, filhinho. Venha fazer uma visita.

Uma vez sonhei com um caixão… A janelinha estava no lugar da cabeça… Eu me inclinava para dar um beijo… Mas quem estava ali? Não era meu filho… Era alguém moreninho… Um menino afegão…

Primeiro tenente, tradutor:

Soldados com fome… Distróficos… Todo o corpo coberto de furúnculos. Avitaminose…

As pupilas de alguém morrendo por estilhaços perdidos que giram furiosamente…

Nosso oficial ao lado de um afegão enforcado. Sorrindo.

Soldado, batedor:

Normalmente você abre a porta e joga uma granada, para não levar uma rajada de metralhadora. Para que arriscar? Joguei a granada e entrei: estavam caídos uma mulher, dois meninos maiores e um bebê de colo. Numa espécie de caixinha… Em vez de berço…

À noite é terrível porque vejo… Nos sonhos não sou cego…

Funcionária:

Por acaso um hospital militar consegue funcionar sem mulheres? Os pacientes queimados… Desfigurados… Nem que seja só para colocar a mão sobre a ferida, transmitir alguma energia. Isso é compaixão. É trabalho para um coração de mulher. Você acredita em mim? Acredita em nós? Que nem todas lá éramos prostitutas?

Não dê meu nome. Considere que eu já não existo.

Mãe:

Você corre para o cemitério como se fosse um encontro…

Nos primeiros dias passei a noite lá… E não sentia medo…

Fico ao lado dele até terminar a tarde. Até chegar a noite. Às vezes grito e eu mesma não escuto até os pássaros saírem voando… Um bando de corvos. Paro de gritar. Por todos esses quatro anos fui todo dia. Só não fui por onze dias quando tive um início de enfarto. Não me permitiam levantar. Mas eu me levantei, fui quietinha ao banheiro… Quer dizer, queria correr para encontrar meu filho, queria cair no túmulo dele. Fugi com o uniforme do hospital…

Antes disso tinha tido um sonho. Valera (apelido do filho) aparecia.

– Mamãe não venha ao cemitério amanhã. Não precisa.

Lá, no túmulo… de certa forma meu filho mora ali… Calculei onde está a cabeça dele… Me sento ao seu lado e conto tudinho a ele… Como foi minha manhã, como foi o dia…

*Escritor, autor de 40 livros. Recebeu mais de 20 prêmios literários de âmbito nacional, como da Bienal Nestlé e o Jabuti de 1998

**Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do AGROemDIA

 

 

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