Fundação Ford patrocina índios que criticam agronegócio brasileiro na COP 23

 

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Organizações não governamentais (ONGs) – entre elas, a americana Fundação Ford – financiaram a ida de representantes dos povos indígenas à COP (Conferência do Clima) 23, que começou no último dia 6 e vai até 17 (sexta-feira), em Bonn (Alemanha), informa o Portal DireitoAmbiental.com.

O financiamento da viagem foi revelado pela índia Sônia Guajajara, da coordenação da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Em entrevistada no evento, ela disse que a ida dos índios à COP 23 era financiada por ONGs, defendeu o pedágio em terras indígenas e criticou o agronegócio.

“É importante manter a isenção sobre a realidade dos fatos. As justas demandas indígenas pela demarcação das terras tradicionais não devem servir de justificativa para organismos internacionais interferirem na soberania da nação brasileira”, ressalta o DireitoAmbiental.com.

O portal acrescenta: “A atividade econômica, dentre as quais a produção agrária, segundo a Constituição Brasileira (arts. 170, 186 e 225), deve observar o respeito ao princípio do meio ambiente equilibrado, atender ao bem comum da sociedade e ao desenvolvimento econômico do Estado brasileiro (independentemente de qualquer governo)”.

Na opinião do Portal Direito.com, as questões indígenas devem ser solucionadas à luz da Constituição Federal e da legislação brasileira, em estrita observância ao devido processo legal, mas jamais sobre influência de organismos, empresas ou instituições internacionais.

 

 

 

 



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