Moradias do Minha Casa Minha Vida poderão ter energia solar

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Foto: EBC

O uso de energia solar fotovoltaica em projetos habitacionais de interesse social do governo federal foi disciplinado pelo Ministério das Cidades por meio da Portaria nº 643/2017. O texto dispõe sobre as condições gerais para provisão de sistemas alternativos de geração de energia para empreendimentos contratados no Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). A medida beneficiará a população mais pobre com o acesso à energia renovável e mais barata.

A iniciativa é resultado de análises de viabilidade e de modelos de negócio desenvolvidas por intermédio protocolo de intenções assinado em 2016 entre os ministérios das Cidades e dos Trabalho e Emprego e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Os estudos contaram com a coordenação da Fiesp e trabalhos técnicos da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Furnas e instituições parceiras, informa o site Ambiente Energia.

Segundo o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, a nova diretriz beneficiará a população de baixa renda, por meio da geração de energia renovável, limpa e de baixo impacto ambiental a partir do sol diretamente nos telhados das residências e condomínios do MCMV.

Marco histórico

“A Absolar e o setor solar fotovoltaico celebram com grande alegria este marco histórico do Ministério das Cidades, que contribuirá para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do país, com especial atenção aos menos favorecidos. Isso demonstra que a energia solar fotovoltaica está se tornando uma tecnologia democrática e acessível a todas as faixas de renda”, ressalta Sauaia.

De acordo com os cálculos do estudo, com a inclusão da energia solar fotovoltaica em residências e condomínios do MCMV, será possível reduzir em até 70% os gastos com energia elétrica dos beneficiados, aliviando os orçamentos das famílias para que possam melhorar sua alimentação, saúde, educação e qualidade de vida.

Os benefícios da iniciativa, no entanto, ultrapassam a economia direta na conta de luz. “Este passo contribuirá também para a geração de milhares de empregos locais e de qualidade, criando novas oportunidades de trabalho para a população, distribuindo renda, movimentando a economia e gerando riqueza ao país”, destaca Sauaia.

Da redação, com informações do site Ambiente Energia

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