Vazio sanitário do algodão no oeste baiano começa quinta-feira

algodao 17 09 18
Por 60 dias, áreas de cultivo de algodão não podem ter plantas vivas – Foto: Alan Santos/PR

Com o fim da colheita de algodão, é chegada a hora de eliminar os restos de lavoura das áreas cultivadas, como forma de evitar a disseminação de pragas nas safras futuras. É o momento do vazio sanitário do algodão, que estabelece o período de 20 de setembro (próxima quinta-feira) a 20 de novembro para que os produtores do oeste da Bahia eliminem plantas vivas do algodoeiro (soqueira e tigueras) do campo. A orientação é da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), com base na portaria nº 213, de 25/08/2015, da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Art. 2º, que determina o período de 60 dias para esta finalidade.

“Todo o algodão precisa estar colhido e os restos devem ser eliminados para garantir a sustentabilidade e reduzir os custos com aplicação de defensivos. Entendemos que o combate ao bicudo e às demais pragas é um trabalho coletivo, um dever de todos nós, agricultores. Nossos associados estão conscientes e têm cumprido o prazo do vazio sanitário de forma muito satisfatória. Prova disso é que cada vez mais estamos conseguindo uma produção mais sustentável com menores custos para o produtor”, analisa o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato.

O vazio sanitário foi adotado para a prevenção e combate às pragas nas lavouras de algodão, principalmente o Bicudo (Anthonomus grandis). O descumprimento das exigências sanitárias poderá levar o órgão fiscalizador a multar o produtor. Todo proprietário, arrendatário ou ocupante a qualquer título da propriedade que cultiva algodão deverá cadastrar suas propriedades ou áreas na Adab até 20 de novembro de cada ano, como estabelece o Art. 1º da portaria nº 213.

Da Abapa

odão no oeste baiano começa quinta-feira

 

Cotonicultores devem eliminar restos de lavouras de áreas cultivadas para evitar disseminação de pragas nas próximas safras

Com o fim da colheita de algodão, é chegada a hora de eliminar os restos de lavoura das áreas cultivadas, como forma de evitar a disseminação de pragas nas safras futuras. É o momento do vazio sanitário do algodão, que estabelece o período de 20 de setembro (próxima quinta-feira) a 20 de novembro para que os produtores do oeste da Bahia eliminem plantas vivas do algodoeiro (soqueira e tigueras) do campo. A orientação é da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), com base na portaria nº 213, de 25/08/2015, da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Art. 2º, que determina o período de 60 dias para esta finalidade.

“Todo o algodão precisa estar colhido e os restos devem ser eliminados para garantir a sustentabilidade e reduzir os custos com aplicação de defensivos. Entendemos que o combate ao bicudo e às demais pragas é um trabalho coletivo, um dever de todos nós, agricultores. Nossos associados estão conscientes e têm cumprido o prazo do vazio sanitário de forma muito satisfatória. Prova disso é que cada vez mais estamos conseguindo uma produção mais sustentável com menores custos para o produtor”, analisa o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato.

O vazio sanitário foi adotado para a prevenção e combate às pragas nas lavouras de algodão, principalmente o Bicudo (Anthonomus grandis). O descumprimento das exigências sanitárias poderá levar o órgão fiscalizador a multar o produtor. Todo proprietário, arrendatário ou ocupante a qualquer título da propriedade que cultiva algodão deverá cadastrar suas propriedades ou áreas na Adab até 20 de novembro de cada ano, como estabelece o Art. 1º da portaria nº 213.

Da Abapa

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