Vacinação contra aftosa no Acre e Rondônia termina no ano que vem

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Previsão é que todo o país suspenda a vacinação nos próximos anos – Gov/TO

Os estados do Acre e de Rondônia deverão ser os primeiros a fazer a última campanha de vacinação contra febre aftosa em maio do próximo ano, de acordo com o cronograma do programa nacional de erradicação da doença, informa o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os resultados do primeiro ano de execução do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) serão discutidos entre os dias 1º e 5 de outubro, por integrantes do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), de serviços veterinários oficiais (SVO), das Superintendências da Agricultura (SFA) e dos quatro laboratórios oficiais (Lanagros) que fazem a sorologia da aftosa. As reuniões serão realizadas na Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro), em Brasília.

O PNEFA completou um ano no último dia 20. Na avaliação do DSA, o plano está dentro do cronograma e não teve alteração. Com isso, Acre e de Rondônia deverão realizar a última vacinação contra a aftosa em maio do próximo ano. O Paraná, que está com suas ações sanitárias adiantadas, pleiteia a antecipação da retirada da imunização. O relatório final do Paraná deve sair em outubro, uma vez que já houve a supervisão pelo ministério. Ainda neste ano, o Mapa definirá se o estado poderá iniciar a retirada da vacina no primeiro semestre de 2019.

Programação

O PNEFA visa criar condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa com vacinação e ampliar as zonas livres sem vacinação. Atualmente, apenas Santa Catarina é livre sem vacinação. O PNEFA tem prazo de execução entre 2017 e 2026. O reconhecimento do país como livre da doença com vacinação ocorreu em maio deste ano, em Paris, na reunião anual da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

O plano objetiva também fortalecer as medidas de prevenção e de redução de vulnerabilidades para febre aftosa em todo o país; aprimorar as capacidades do SVO em todo o país, priorizando regiões mais vulneráveis; estimular parcerias público-privadas, ampliando a participação comunitária nas decisões e ações de prevenção da febre aftosa em todo território nacional, para garantir sustentação técnica, política e financeira ao programa; e, ainda contribuir para a modernização das ações de defesa agropecuária resultando no fortalecimento do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).

Da redação, com o Mapa

AGROemDIA

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