Movimento Brasil Verde e Amarelo fortalece apoio do agro a Bolsonaro, diz Andaterra

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A expressiva adesão de entidades representativas do agro e de produtores rurais independentes ao Movimento Brasil Verde e Amarelo reafirma a força do governo Bolsonaro no setor agropecuário, o que é fundamental para impulsionar a aprovação das reformas da Previdência e tributária, além do pacote anti-corrupção, pelo Congresso Nacional.

A avaliação é do presidente da Andaterra (Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra), Sergio Pitt, ao fazer um balanço parcial da articulação nacional em defesa das reformas, que promoverá manifestação no dia 16 de maio, na AgroBrasília, em Brasília.

Até agora, mais de 60 associações, cooperativas, sindicatos rurais e federações, além de inúmeros agropecuaristas sem qualquer ligação com entidades, já aderiram ao movimento. “Isso reforça o compromisso do agro com o governo que ajudou a eleger”, diz Pitt, lembrando que os produtores rurais foram um dos primeiros setores que apoiaram a candidatura de Bolsonaro à Presidência.

O presidente da Andaterra – uma das entidades coordenadores do movimento nacional – ressalta que os produtores rurais não só compreendem a necessidade de fazer as reformas para retomar o crescimento econômico do país, mas estão engajados no projeto de governo de Bolsonaro. “Nós somos uma da base de sustentação do governo na sociedade. As reformas são apenas o início das mudanças que desejamos para o Brasil.”

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Sergio Pitt, presidente da Andaterra: “Sem as reformas, país não vai superar a crise econômica”  Elio Rizzo/AGROemDIA

Políticas estruturantes

Sem as reformas e sem a aprovação do pacote anti-corrupção, assinala Pitt, o país continuará com a economia estagnada e não atrairá investimentos. “Por isso, é importante que o Legislativo aprove essas medidas para termos outro ambiente socioeconômico, com perspectiva desenvolvimento alicerçado em políticas estruturantes, sem malabarismos ou assistencialismo, passo importante para a recuperação de postos de serviço, garantindo empregos.”

“O agro defende uma economia liberal, o que requer um cenário onde tenhamos plenas condições de produzir e competir, sem sermos submetidos a uma pesada carga tributária e a ação de oligopólios que concentram setores como o bancário, por exemplo.”

Pitt ressalta que a aprovação das reformas não só destravará o país como permitirá ao agro que busque com o governo soluções para outros problemas enfrentados pelo setor. “Temos uma séria de entraves que precisam ser removidos para termos melhores condições de desenvolver nossa atividade. Porém, sabemos que, no momento, a prioridade do governo são as reformas, mas depois queremos resolver essas questões.”

 

 

 

   

AGROemDIA

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