Salário mínimo aumentou mais de 50% com Lula e caiu com Bolsonaro

O poder de compra do salário mínimo no Brasil cresceu 57,8% durante os governos do ex-presidente Lula (PT), de 2003 a 2010. Já a atual gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL) atingiu o menor índice desde a implantação do Plano Real, em 1994, com uma queda de 1,7%, segundo dados divulgados pela corretora Tullett Prebon Brasil.
Em seu primeiro relatório de maio, a corretora informa que, nos anos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), também houve avanço expressivo: o mínimo cresceu 50,9%. Já com Dilma Rousseff (PT) o crescimento foi de 12,7% e, na gestão de Michel Temer, ficou em 3,3%.
De acordo com cálculo da Tullett Prebon Brasil, o piso salarial com Bolsonaro cairá de R$ 1.213,84 para R$ 1.193,37 entre dezembro de 2018 e dezembro de 2022, descontada a inflação.
Isso ocorrerá se a inflação se mantiver de acordo com a previsão do boletim Focus, a 7,65% em 2022, e Selic a 13,25%, como publicado pelo Banco Central (BC). Caso contrário, a perda será ainda maior.
A conclusão do estudo da corretora faz com que Bolsonaro venha a ser o primeiro presidente da República, desde o Plano Real, a concluir o mandato com o menor poder de compra que um salário mínimo poderá alcançar.
A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, comentou o relatório nas redes sociais: “Bolsonaro ficará marcado como o primeiro presidente a deixar o salário mínimo valendo menos do que quando entrou. Já os governos do PT foram os que mais valorizaram, chegando a 57.5% nos anos de Lula. Tá cada vez mais fácil escolher entre o antipovo e o pelo povo.”
*Com informações do IG, Diário de Pernambuco e Diário do Centro do Mundo


Poderia informar o do governo de Dilma, para compararmos melhor.